“Ainda não temos uma definição sobre isso, mas parece óbvio dentro do Mercosul construir alternativas de trocas de produtos fabricados em ambos os países, fazendo algumas coisas lá e outras aqui. Vamos esperar pelas definições do novo governo (recém-eleito) e verificar as possibilidades. Se for viável poderemos no futuro fazer lá alguns produtos”, explica Cortes.
Entre as possibilidades estudadas, está o aproveitamento de sinergias dentro do Grupo Volkswagen, que mantém em operação na Argentina a fábrica de Pacheco, nos arredores de Buenos Aires, onde é fabricada a picape Amarok, e uma unidade de produção de transmissões em Córdoba. “Já fizemos isso no México, quando aproveitamos a estrutura que a Volkswagen tinha em Puebla para começar a montar caminhões lá. Podemos fazer algo parecido na Argentina, construindo uma linha dentro de umas das fábricas que existem”, explica Cortes.
Além do Brasil, a MAN Latin America tem linhas de produção no México e na África do Sul, para onde envia a maior parte dos componentes para a montagem de caminhões Volkswagen nesses países. Na Argentina, a própria empresa administra as importações e distribuição aos concessionários.