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MAN supera dificuldades e obtém bom resultado

Håkan Samuelsson, presidente do Grupo MAN, assina nota aos acionistas em que considera o desenvolvimento comercial do Grupo MAN estável no terceiro trimestre, com boa liquidez e resultado mesmo diante de uma situação difícil do mercado.
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cria

29 out 2009

2 minutos de leitura

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O executivo destaca que a integração da MAN Latin America prossegue em ritmo acelerado, afirmando que caminhões da marca passarão a ser vendidos na região nos próximos anos, com a integração da tecnologia MAN aos veículos. O grupo pretende também fortalecer a posição dos demais países do BRIC.

Samuelsson assinala que os clientes ainda mostram baixa disposição para investimentos e as vendas de veículos comerciais se estabilizaram em um nível baixo. Ele escreve, ainda, que as medidas introduzidas antecipadamente visando redução dos custos mostram efeitos, dando a sua contribuição, ao lado da carteira de pedidos de motores a Diesel e turbinas, para que a empresa enfrente os atuais tempos difíceis.

Nos primeiros três trimestres a MAN obteve pedidos no valor de € 7,2 bilhões. As encomendas no terceiro trimestre, de € 2,7 bilhões, ficaram pouco acima dos dois primeiros períodos do ano. A tendência foi sustentada principalmente pela área de motores a Diesel. Na área de veículos comerciais os pedidos permaneceram em nível baixo no terceiro trimestre.

A evolução do faturamento ficou constante no terceiro trimestre frente aos trimestres anteriores. No decorrer do ano a receita foi de € 8,8 bilhões (- 20%). Enquanto os veículos comerciais nos primeiros nove meses sofreram um considerável recuo, o faturamento dos motores a Diesel permaneceu no mesmo nível do mesmo período do ano passado e o das turbinas aumentou em 15%.

A MAN Latin America entrou no cálculo de resultados no início do segundo trimestre, com faturamento de € 800 milhões.

O resultado operacional, depois de nove meses, está dentro das expectativas da empresa, com um volume de € 378 milhões, que corresponde a dividendos de 4,3%. O recuo foi atribuído sobretudo ao fraco mercado de veículos comerciais.

Em 30 de setembro o grupo MAN empregava 48.621 pessoas, 2.700 a menos que no final de 2008.