
A Sense já teria uma rede com 75 pontos de venda autorizados no Brasil e deve associar-se à Abraciclo, entidade que reúne fabricantes do setor de duas rodas, depois de iniciar a produção. No início de março, o executivo de vendas da companhia, Caio Ribeiro, vai a uma feira em Taiwan a fim de buscar novidades para ampliar a linha atual. “Hoje eles produzem as melhores bicicletas para marcas consagradas da Europa e Estados Unidos (…) É o lugar ideal para buscar tecnologias para o Brasil”, diz Ribeiro.
A linha Sense é formada por três bicicletas elétricas, uma dobrável com aro de 20 polegadas e duas de 26 polegadas. Os preços variam de R$ 2.990 a R$ 3.490. Todas têm câmbio de três marchas e utilizam motor elétrico de 250 watts, que auxilia o ciclista até 25 km/h. O tempo de recarga da bateria é de seis horas. A autonomia vai de 18 a 35 quilômetros, dependendo do tipo de uso.
Em dezembro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a Resolução 465, que determina características a ser seguidas pelos fabricantes de bicicletas e que diferenciem as bikes elétricas dos ciclomotores. Os motores da bicicletas devem ter no máximo 350 watts e não podem ser acionados por acelerador, apenas pelo movimento do pedal (veja aqui).