O engenheiro, de 63 anos, que dedicou a carreira à General Motors, acredita que os motores convencionais podem avançar alguma coisa mas não muito: estão no limite e, mesmo que evoluam, nunca vão chegar ao nível de eficiência dos elétricos.
Ele disse ao JT ainda que o acerto de suspensão é o estágio de desenvolvimento de um produto que mais gosta: ‘Primeiro rodamos apenas com as molas, sem amortecedores, para acertar carga. Quando fica bom, colocamos os amortecedores. É o principal’.