
O executivo afirma que essas dificuldades podem impedir a decisão de futuras compras de equipamentos agrícolas e por isso é preciso fazer alguns estudos para chegar a uma nova estimativa. De qualquer forma, as taxas de juros mais atraentes desde o segundo semestre do ano passado mantêm impacto positivo no segmento.
A venda de colheitadeiras no acumulado de janeiro a maio é de 3.425 unidades, uma alta expressiva de 65,1% em relação ao mesmo período de 2012. Algumas dessas máquinas são compradas para substituir o equipamento antigo. “Mas tem agricultores trocando suas colheitadeiras por outras maiores”, diz Rego. Segundo ele, esse movimento também puxa a compra de outros equipamentos mais potentes e maiores, como novos tratores e plantadeiras. juntos, eles são capazes de antecipar a safra de inverno e, consequentemente, a de verão.
A produção de máquinas agrícolas soma 40.045 unidades no acumulado do ano, revelando alta mais discreta sobre igual período do ano passado (13,1%) se comparada à elevação das vendas desse setor.
A exportação de máquinas agrícolas em maio somou 1.298 unidades, com queda de 16,8% em relação a abril e alta de 10,2% ante maio de 2012. No acumulado do ano, com 5.810 unidades, a retração é de 21,3%, explicada basicamente pelo encolhimento das compras do país vizinho: “A Argentina está produzindo ela mesma e também crescendo menos”, diz Rego.
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