Ele citou o mercado nacional quando foi questionado sobre uma possível parceria global com outra montadora, como a PSA Peugeot Citroën. Segundo Marchionne, caso isso aconteça a aliança será feita com uma empresa com presença forte nas regiões em que a FCA ainda é inexpressiva, como a China. Por este critério, o executivo assegura que a companhia francesa não é cogitada para a cooperação.
“A grande vantagem que oferecemos é a posição consolidada na América Latina, América do Norte e Europa”, enfatiza, garantindo que uma outra possível parceira teria vantagens com a aliança. O executivo admitiu ainda a possibilidade de cooperação com empresas de tecnologia. “Mantemos no momento conversas paralelas com vários players de fora do setor automotivo.”
Ele se refere as companhias do Vale do Silício, como Google e Apple, que têm no setor automotivo o principal alvo para expandir a atuação nos próximos anos. Marchionne aponta que a empresa não tem ideia precisa do objetivo e necessidade da FCA em uma parceria do gênero. “Estamos aprendendo assim como eles estão e a solução será compartilhada e desenvolvida em parceria, não por nós sozinhos”, diz.