
De janeiro a agosto os emplacamentos no País diminuíram 9,7% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, para 2,23 milhões de unidades. A queda no período puxou para baixo os negócios da companhia italiana, que reduziu suas vendas em 10,9%. Ainda assim, Marchionne foge do tom alarmista ao avaliar o cenário. “A América Latina está em fase difícil, mas estamos mantendo nossa posição.”
O líder da FCA também determinou que não pretende rever as projeções para este ano. Em maio a companhia divulgou o objetivo de vender 2,9 milhões de carros no mundo em 2014 e alcançar faturamento de US$ 80 bilhões, com lucro líquido acima de US$ 3,7 bilhões. “Não tenho nenhuma base para sugerir que não vamos atingir o objetivo”, garantiu. Segundo ele, além do momento desafiador na América Latina, há a situação europeia, que já era conhecida quando o planejamento foi feito.
Marchionne declarou que prefere esperar os resultados de setembro antes de fazer qualquer revisão precipitada.