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Marcos de Oliveira comemora exportação do Sigma

Jim Farley, vice-presidente de marketing global da Ford para as operações do Canadá, México e América do Sul, destacou durante o Salão do Automóvel de Detroit o papel da operação brasileira no projeto do Fiesta 2011, com o desenvolvimento do motor Sigma 1.6 L. O novo propulsor, que conviverá no Mercosul com o Zetec Rocam, passa a integrar o portifólio dos novos motores da Ford.
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13 jan 2010

2 minutos de leitura

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“Estamos lançando trinta motores com tecnologias avançadas até 2013”, esclareceu o executivo. O destaque da Ford é o conceito EcoBoost, que agrega injeção direta e turbocompressores a motores como o Duratec e o próprio Sigma para elevar a eficiência do powertrain a um novo patamar. Um dos efeitos é a boa curva de torque, praticamente plana a partir de baixas rotações.

Marcos de Oliveira, presidente para o Mercosul, ainda comemora a escolha da fábrica de Taubaté, SP, para a montagem do Sigma. O volume de motores destinado à produção do Fiesta no México será significativa, com o objetivo de atender a demanda do mercado norte-americano.

A exportação do Sigma para a Argentina (onde é produzido o Focus) e para o México chega em boa hora — exatamente no momento em que as vendas de veículos da marca a outros países estão na descendente. Com a encomenda da fábrica mexicana a Ford Brasil começará a reverter a curva das exportações e a operação de Taubaté ganhará importância estratégica, depois de conquistar R$ 600 milhões em investimentos.

Com quatro cilindros e duplo comando de válvulas independente (Ti-VCT), o propulsor do Fiesta 2011 tem bloco, cabeçote e pistões de alumínio e coletor de admissão feito de material plástico composto. O motor exportado desenvolve 120 cv e 147,8 Nm de torque.

Tradição

De 1974 a 1990 a fábrica de Taubaté forneceu mais de 1,5 milhão de motores 2.0 L e 2.3 L de quatro cilindros para equipar os modelos Mustang, Ranger e Thunderbird na América do Norte. Em cada uma dessas linhas os motores brasileiros representaram a opção mais econômica do segmento em sua época.

Hoje a unidade brasileira monta mais de 280.000 motores e mais de 440.000 transmissões por ano, empregando 1.500 pessoas nas áreas da manufatura. Desde o ano 2000, a unidade vem sendo gradualmente expandida para atender o crescimento na demanda do mercado brasileiro.

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