
Andrea usa como exemplo uma experiência vivida por ela mesma: “Comprei um carro de determinada marca em 2010 e o troquei dois anos depois por um modelo de outra fabricante, mas continuo recebendo propostas de revisão do veículo antigo e recentemente mandaram-me um material pelo correio que trazia bônus de R$ 1 mil para a troca do veículo. Esse tipo de ação tem de ser revisto”, afirma Andrea.
Diante desse quadro, ela mostra que a melhor forma de atrair os consumidores é conhecê-los ainda mais e saber o que esperam da marca. É preciso ir fundo no inconsciente deles e entender com clareza a profundidade e o significado de diversos temas importantes às marcas.
“Descobrir o que está por trás do que os consumidores dizem e acessar conteúdos mais profundos do seu inconsciente é essencial para que as marcas criem conexões poderosas com eles”, afirma. Essas conexões são os insights, “que terão papéis como ‘alimentar a alma da marca’ e ‘revelar verdades e necessidades’ do consumidor”. Andrea recorda que os insights em regra são simples e por isso têm muita força.