Com essa estratégia, a empresa conseguiu sobreviver e enfrentar a concorrência das multinacionais que se instalaram no País. “Decidimos reduzir de 80% para 10% as vendas para as montadoras e aumentar de 20% para 90% as para a reposição”, disse à jornalista Everaldo Sajioro Júnior, diretor-presidente da empresa.
“O mercado brasileiro de reposição está durante nove anos do mesmo tamanho, consumindo 700 mil peças por mês, com uma média de seis anos para a troca de escapamentos. Mas a tendência é ter um pequeno crescimento, pois a frota de veículo é muito antiga e a inspeção veicular está começando no País”, disse o diretor-presidente da Mastra à jornalista.