
Segundo o professor de engenharia mecânica da Mauá, Éd Claudio Bordinassi, que esteve envolvido no projeto, há diversas instituições interessadas no estudo, o que também demonstra que é possível o desenvolvimento da tecnologia no Brasil. “Mesmo com a baixa potência da célula, os resultados foram bem animadores, pois além do protótipo movimentar-se, a célula funcionou de forma adequada”, salientou o professor.
Outra intenção das instituições é passar a participar de competições estudantis no exterior que envolvam veículos híbridos.