
“Ao considerarmos que houve um dia a menos de comercialização em relação à primeira quinzena de outubro, o resultado foi positivo. Esse crescimento reflete, principalmente, o incentivo oferecido por bancos públicos, com linhas de crédito mais adequadas às atuais necessidades dos consumidores de motocicletas”, comenta José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da entidade.
Mesmo com o aumento na média diária, as vendas da primeira quinzena de novembro recuaram 5,2% sobre as de outubro, que teve um dia útil a mais. Foram 58.083 unidades contra 61.240. Sobre a primeira quinzena de novembro do ano passado, quando foram emplacadas 74.988 motocicletas, a queda foi ainda maior, de 22,5%.