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Argentina

Mercado argentino cresce, mas produção encolhe

O mercado de veículos argentino alcançou em 2016 o melhor patamar dos últimos três anos. Dados da Acara e da Adefa, entidades dos distribuidores e dos fabricantes de veículos, respectivamente, mostram que a demanda avançou 14% no ano passado, para 699,5 mil unidades. A expansão, no entanto, não bastou para levar os negócios de volta ao recorde alcançado em 2013, quando foram negociados 900 mil veículos no país.
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Redação AB

26 jan 2017

2 minutos de leitura

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-Faça aqui o download dos dados da Adefa
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Boa parte dos clientes argentinos foram atendidos por carros importados, já que a produção encolheu em 2016. Foram feitas 472,7 mil unidades nas fábricas instaladas ali, com queda de 10,2% sobre o resultado registrado em 2015. As exportações também tiveram decréscimo. Com 190 mil veículos em outros mercados, houve baixa de 20,8%.

Mesmo com a redução das vendas no ano passado, o Brasil segue como principal mercado para os carros produzidos na Argentina. Do total, foram exportadas para cá 137,6 mil unidades. Em seguida aparecem México e Uruguai na lista dos maiores clientes da indústria automotiva do país.

Assim como a Anfavea faz no Brasil, a argentina Adefa planeja ampliar os volumes de exportação em 2017 para garantir bons volumes à indústria da região. A entidade mira nos mercados Colômbiano, da América Central e da África para alcançar este objetivo.

VOLKSWAGEN LIDERA

O ranking de vendas foi liderado pela Volkswagen em 2016, que vendeu 108,4 mil veículos, com queda de 7,9% na comparação com o ano anterior. A Chevrolet (99,6 mil carros) foi a segunda marca mais procurada, seguida pela Renault (99 mil) por pequena diferença. A marca que mais cresceu no país no ano passado foi a Jeep, que entregou 3 mil carros e avançou mais de 800%.