
Entre as montadoras, as que mais estão investindo na conectividade de seus modelos são as americanas Ford e General Motors, e as alemãs BMW, Audi e Daimler AG (Mercedes-Benz). As empresas de tecnologia e telecomunicações como Alcatel-Lucent, TomTom, Apple, Microsoft e Intel contribuem para a tendência.
As tecnologias de conectividade são diversas e cada vez mais são disseminadas, aponta o estudo, tais como Internet 3G, LTE (usada pela banda larga móvel de quarta geração) e Wi-Fi, além dos tradicionais Bluetooth e 2G. Mas será preciso desenvolver novas ferramentas interativas que tragam informações e serviços para os motoristas, como a eCall, que já se populariza na Europa, o Glonass, na Rússia. E é aí que surgirão novas oportunidades de negócios.
Ainda segundo o estudo, a América do Norte, em especial os Estados Unidos, é o mercado com maior número de carros conectados. A Ásia apresenta maior potencial, impulsionada pela gigante China. Mas Alemanha, Rússia e Brasil não ficam atrás e devem absorver boa parte dos milhões de carros conectados nos próximos anos.