As lojas independentes não foram bem e houve reclamação geral. A entidade entende que a oferta de crédito ainda não voltou aos níveis e facilidades registradas antes da crise internacional. As exigências ainda são significativas no comércio de veículos usados, com taxas altas em comparação com o varejo de veículos novos. Quanto mais velho o veículo, mais difícil financiar.
“O crédito tem papel fundamental neste segmento de mercado” – alertou George Chahade, presidente da Assovesp, assegurando que os incentivos do governo se concentram nos veículos novos.
Estimativas da entidade indicam que 137.547 negócios foram realizados pelos associados em junho de 2009, com uma queda média de 3,59% em relação a maio.
Carros populares responderam por 77,2% dos negócios. Houve uma queda no segmento de 2,82% sobre maio.
Em média 58% dos negócios realizados em junho dependeram de financiamento, contra 53% em maio. O prazo médio foi de 44 meses (40 em maio). O saldo médio financiado ficou em 65% (60% em maio). As trocas ficaram em 52%, contra 42% em maio.
Segundo ainda a Assovesp, em junho os carros tiveram seus preços desvalorizados em 1,15%. Os populares caíram 0,81% e os importados 0,72%.
A entidade detectou pequena melhora na área de veículos comerciais, com
3.724 negócios envolvendo caminhões em junho, 2,56% a mais do que no mês anterior. Houve financiamento em 57% dos casos, com prazo de 46 meses em média e 60% do saldo financiado. Houve troca em 22% das negociações.