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Mercado pode crescer com o benefício da dúvida

Para os fabricantes de veículos, seus fornecedores e distribuidores não interessa que o governo divulgue antecipadamente a prorrogação da redução do IPI. Uma notícia como essa reduziria a corrida às compras dos interessados em absorver o benefício até 31 de março. Para que apressar a compra se estiver garantida a prorrogação?
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cria

05 mar 2009

1 minutos de leitura

As notícias que vazaram de Brasília ontem e publicadas pela Folha de SPaulo, provocaram certamente algum alvoroço no setor, que gostaria de ver a informação nas manchetes só em 31 de março ou 1º de abril.

Apesar do mercado estar razoavelmente seguro de que o governo vai esticar o incentivo ao IPI, não se sabe em que dose nem como a generosidade será renovada. As autoridades não querem ver as vendas despencarem novamente, mas também estão de olho na receita do IPI, que despencou 91% em janeiro, sobre o mesmo mês de 2008.

O ministro Guido Mantega, da Fazenda, desconversou. Laconicamente, informou que a medida vale até 31 de março.

Nos bastidores, as montadoras fazem pressão sobre o IPI e em relação aos juros e condições de financiamento. Para os jornais, dizem que a medida é importante para impedir um retrocesso.