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Mercedes mira o topo das marcas premium

Montadora liderou segmento de luxo no 1º semestre e deve terminar 2018 com 13,5 mil automóveis
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Redação AB

12 jul 2018

2 minutos de leitura

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A Mercedes pretende vender até o fim do ano no Brasil cerca de 13,5 mil carros e manter-se na liderança em um mercado de luxo disputado por três marcas alemãs, a própria Mercedes, a BMW e a Audi, todas com produtos importados e nacionais. Até a primeira metade do ano, a estrela de três pontas emplacou pouco mais de 6 mil automóveis, registrando alta de 8,6% sobre o mesmo período do ano passado. “Esperamos manter esse crescimento até o fim do ano, a liderança e também nossa fatia atual, que é de 38,8% entre as três marcas”, afirma o gerente sênior de vendas, Dirlei Dias.

A Mercedes prepara novidades para o segundo semestre e para o Salão do Automóvel, que ocorrerá de 8 a 18 de novembro no São Paulo Expo. “Serão mais de dez lançamentos até o fim do ano entre novos modelos e versões”, afirma Dias.
Ele informa que em anos de Salão do Automóvel ocorre um represamento das vendas em outubro, compensado com um importante aumento dos negócios de novembro até a primeira metade de dezembro. Mas o evento não será a única forma de conquistar consumidores.
“Nosso volume cresce com portfólio novo, serviços e programas de financiamento”, diz o executivo. Atualmente, a forma de parcelamento mais utilizada pelo Banco Mercedes inclui entrada de 20%, saldo entre 24 e 36 meses e taxa de 0,79%. “É um modelo de financiamento bastante empregado para os Mercedes A, GLA, C, CLA e B, que respondem por 80% de nossas vendas”, recorda Dias.

DESEMPENHO DOS CONCORRENTES MAIS DIRETOS

No primeiro semestre, Mercedes, BMW e Audi venderam juntas 15,5 mil automóveis, registando alta de 7,9% sobre igual período de 2017. Embora ocupe o segundo lugar, foi a BMW que teve o maior crescimento no período, saltando de 4,3 mil para 5,3 mil unidades (alta de 25%).
A Audi foi a única das três com queda. Baixou dos 4,6 mil automóveis na primeira metade de 2017 para 4,2 mil neste ano. Recuou 9% e caiu do segundo para o terceiro lugar. “Analisamos mais de perto essas duas marcas por terem produtos semelhantes, mas também olhamos um grupo formado por 20 marcas. Nessas ‘top 20’ houve crescimento de 12% sobre o primeiro semestre do ano passado”, conclui o gerente de vendas.