
A montadora não confirma data nem número de trabalhadores a ser dispensados, mas informa que os metalúrgicos em licença estão “cientes de que fazem parte da mão de obra excedente” da montadora. Entre esses trabalhadores há aqueles chamados “compatíveis” no jargão metalúrgico, por exercer função compatível com limitações decorrentes de lesões decorrentes do trabalho.
Como os demais, eles também estariam sendo convidados por telegrama a comparecer ao departamento de recursos humanos para aderir ao Programa de Demissões Voluntárias (PDV), apesar de terem estabilidade.
Segundo a mesma fonte, outros 400 trabalhadores entrarão em licença remunerada nos próximos dias. A Mercedes-Benz informa que não haverá dispensa daqueles que tiverem estabilidade e nega o início desta nova licença.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a possibilidade de demissões não foi levada pela montadora à entidade, somente a licença remunerada e o Programa de Demissões Voluntárias (PDV), que em 28 de abril já tinha a adesão de 700 funcionários (leia aqui). O PDV terminaria em 12 de maio, mas foi estendido até o dia 30.