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Mercedes projeta mercado de 160 mil caminhões

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16 set 2010

3 minutos de leitura

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Paulo Ricardo Braga, AB

Gilson Mansur, diretor de vendas de veículos comerciais da Mercedes-Benz do Brasil projeta um mercado de 160 mil caminhões no País em 2010, com 29% a 30% de participação da marca. No caso dos ônibus, devem ser emplacadas este ano 30 mil unidades, cabendo à Mercedes 16 mil. Ele fez as previsões durante o lançamento da linha 2011 da Sprinter, na fábrica de São Bernardo do Campo.

Mansur diz que o efeito da legislação no segmento de 6×2, diante da exigência de 6×4 para puxar biminhões em 2011, não está sendo significativo ainda. Embora aposte em um avanço das vendas no próximo ano diante em face da necessidade de troca dos motores para Euro 5 em 2012, ele prefere ser conservador nas previsões. “Consideramos para 2012 o mesmo volume de vendas deste ano, acreditando porém que possa haver um avanço”, disse.

O executivo aposta na força da rede Mercedes, com duzentos pontos de atendimento, para enfrentar a chegada de novos players ao mercado de caminhões, especialmente os asiáticos. “Os newcomers podem até encontrar alguma oportunidade de aplicações na área urbana, mas não será fácil ganhar participação no rodoviário, que exige uma rede ampla e preparada”.

Mansur conta com o grau de exigência dos grandes frotistas para garantir a fidelidade à sua marca. “O investidor em caminhões hoje quer comprar confiabilidade da marca e valor de revenda do produto. E isso temos de sobra para oferecer”, observa. Ele já sabe que Paccar e NC2 preparam a operação de caminhões no Brasil.

A Mercedes-Benz prepara a fábrica de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para montar o Actros, considerado um supercaminhão. Sem o grau de nacionalização suficiente para ter direito a Finame, o veículo terá crédito direto ao consumidor do Banco Mercedes, com taxas de 8% ao ano, e oferta de consórcio. Há planos também para produção do Acello na mesma unidade.