
A Mercedes utilizou em um tanque de combustível 90% de diesel comercial de algumas áreas metropolitanas (S 50) e 10% do novo diesel. Mesmo presente em um porcentual aparentemente pequeno, o novo combustível proporcionou redução de 9% nas emissões de material particulado, sem aumentar as emissões de óxidos de nitrogênio.
“Nos ensaios comparativos, em que utilizamos 10% do novo diesel e 90% de diesel comercial, todos os parâmetros de controle do motor permaneceram exatamente iguais. Com isso, reforçamos nossa confiança no uso deste novo biocombustível, sem alteração na estrutura da frota atual”, explicou Gilberto Leal, gerente de desenvolvimento de motores da Mercedes-Benz do Brasil, destacando níveis reduzidos de consumo.
Conama P7
Leal informa que a Mercedes-Benz avança nos testes com motores que se enquadram nas regras do Conama P7, norma que disciplina o controle de emissões na área de veículos comerciais e entrará em vigor no Brasil em 2012. “Já realizamos mais de 20 mil horas de testes de funcionalidade e durabilidade, em bancos de prova e nos veículos em operação. Contabilizamos mais de 1,5 milhão de quilômetros rodados com caminhões e ônibus” — afirma.