O diretor do sindicato, Sérgio Nobre, detalhou o posicionamento da empresa e consultou os trabalhadores sobre os encaminhamentos a ser adotados. “A Mercedes nos comunicou que fará demissões a partir de 1º de setembro e que a alternativa para que isso não aconteça é recuperar a proposta de acordo anterior, rejeitada pelos trabalhadores”, diz Nobre.
O líder sindical afirma que proposta anterior para o PPE não foi rejeitada e recorda que o programa é uma alternativa de negociação. Nobre acredita que a adesão ao PPE seja suficiente para resolver a situação da Mercedes neste momento de retração de mercado e queda na produção.
“O Programa permite reduzir a jornada em até 30% com redução de salário, sendo metade dessa redução financiada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)”, diz Nobre. Já na segunda-feira, 17, o sindicato do ABC retomou as negociações com a fabricante de caminhões.