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Metalúrgicos da Volkswagen retornam ao trabalho

Os metalúrgicos da fábrica da Volkswagen em Taubaté, no interior paulista, retornaram ao trabalho na segunda-feira, 31, após 12 dias de greve. A paralisação foi deflagrada a partir do anúncio de 43 demissões na unidade, onde são fabricados os modelos Gol, Up e Voyage. Empresa e sindicato chegaram a um acordo que prevê a reversão das dispensas e a abertura de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) válido até 11 de setembro, além de um Programa de Aposentadoria Antecipada.
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Redação AB

31 ago 2015

1 minutos de leitura

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Este e mais 16 itens foram aprovados pelos metalúrgicos em assembleia realizada na sexta-feira, 28. Segundo o sindicato dos metalúrgicos de Taubaté, o PDV concede incentivos no valor de cinco a 15 salários, dependendo do tempo de serviço do funcionário. Para empregados com comprovação de doenças ocupacionais, há um adicional de um salário por ano de casa.

O acordo também determina a Participação de Lucros e Resultados (PLR) para 2015, entre R$ 13.375 e R$ 16,3 mil. O piso salarial ficou acordado em R$ 1.650. Quando houver necessidade de readequação do quadro de pessoal, a montadora se comprometeu a adotar outras medidas, como layoffs e o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). A empresa informa que o número de trabalhadores excedentes chega a 500 entre os 5 mil funcionários da fábrica.

“A Volkswagen do Brasil vê com satisfação a aprovação do novo acordo coletivo por seus empregados para a fábrica de Taubaté. Empresa e sindicato chegaram a uma proposta balanceada, que possibilitará a adequação necessária da estrutura de custos e efetivo da unidade”, informa a montadora em comunicado.