De acordo com o sindicato, apesar de negociações com vários grupos como os de máquinas, estamparia e fundição estarem avançadas, o grupo que reúne as fabricantes autopeças não apresentou proposta e o sindicato não descarta o início de um movimento nas empresas do setor.
“Já enviamos aviso de greve. Se for necessário, vamos parar as fábricas”, afirma Aroaldo Oliveira da Silva, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. “É o terceiro ano em que eles insistem em não querer fechar acordo.”
A campanha salarial teve início em julho e envolve 198 mil metalúrgicos no Estado de São Paulo. Nas negociações deste ano, um dos pontos com prioridade nas convenções coletivas é a chamada Cláusula de Salvaguarda, que visa a impedir alterações decorrentes da reforma trabalhista.