
Um encontro final ocorrerá no sábado, 26, novamente no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). “Estamos dispostos a fazer um acordo trabalhista, desde que haja manutenção de todos os postos de trabalho e contratação de funcionários, com a vinda de produção de novos modelos para a cidade. Qualquer acordo tem de partir desse patamar. Não aceitaremos demissões”, afirma o presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros.
Outros pleitos e propostas apresentados pela entidade são: a permanência da montagem do Chevrolet Classic naquela fábrica; nova grade salarial com remuneração inicial de R$ 1.840 e plano de carreira; extensão da jornada no limite de duas horas diárias; trabalho em sábados alternados; pagamento de horas extras; renovação do acordo de 6 x 1 (trabalha seis dias e folga um) e daquele que prevê trabalho aos domingos, mediante pagamento de 100% de hora extra e com descanso de um dia durante a semana. As horas extras se opõem ao banco de horas desejado pela GM e provavelmente se mantêm como um dos motivos de impasse.