
Na ocasião, a GM se comprometeu a injetar R$ 2,5 bilhões na fábrica para a produção de um novo veículo a partir de 2017, gerando 2,5 mil novos empregos. Antes disso, em janeiro daquele ano, a GM se comprometera a dar preferência para aquela fábrica caso trouxesse para o Brasil a produção de um novo veículo.
A reivindicação do sindicato ocorre porque entre 2012 e 2013 a GM deixou de produzir ali Corsa hatch e sedã, Meriva, Zafira, Classic e não os substituiu por nenhum dos modelos mais atuais, desativando a linha de montagem de automóveis chamada MVA (Montagem de Veículos Automotores) e demitindo cerca de 2,3 mil trabalhadores.
Outro setor mantém a produção de S10 e Trailblazer e a planta faz também kits para exportação, motores, peças de plástico injetado e itens que abastecem outras fábricas brasileiras da General Motors.
Com a atual retração nas vendas, no entanto, a unidade vale-paraibana vive a expectativa de início de um layoff, medida que suspende temporariamente os contratos de trabalho e pode afetar cerca de mil funcionários. No dia 14, a montadora emitiu comunicado aos funcionários em que confirma a intenção de adotar o layoff. O sindicato se recusa a aceitá-lo sem a garantia de estabilidade dos empregos.