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Metalúrgicos se mobilizam na Grande Curitiba

Quinze mil trabalhadores de 17 indústrias metalúrgicas e de máquinas da Grande Curitiba iniciaram protestos às 4h30 desta sexta-feira, 30. As mobilizações incluem desde assembleias a paralisações de um dia inteiro. Os trabalhadores exigem negociação salarial e renovação de acordos coletivos de trabalho. As convenções e o acordos celebrados em 2011 venceram nesta sexta-feira. Eles pedem aumento real de 3%, mais abono salarial.
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Redação AB

30 nov 2012

1 minutos de leitura

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De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), Sérgio Butka, a mobilização ocorre em empresas em que ainda não houve acordo. Segundo o sindicato, o protesto desta sexta-feira paralisou a Bosch por uma hora. Os trabalhadores da unidade curitibana reivindicam acordo salarial e fim do assédio moral. Nesta segunda-feira, dia 3, os metalúrgicos realizam nova assembleia. Eles pedem 3% de aumento real, abono salarial e fim do assédio moral.

Ainda de acordo com o sindicato, na sexta-feira, em São José dos Pinhais, a indústria de autopeças Brose interrompeu as atividades durante uma hora, na entrada do primeiro turno. Na Magius, que produz peças para caminhões, os funcionários encerraram o protesto após nova proposta.

Na Montana, que fabrica máquinas agrícolas, houve paralisação de uma hora. Os trabalhadores exigem a apresentação de uma proposta. Em Araucária, os trabalhadores da Hubner, que produz peças para caminhões, teriam rejeitado proposta de acordo e podem entrar em greve.

Em Pinhais, na fábrica de autopeças Schwartz, a paralisação estendeu-se por toda a sexta-feira. Na Pastre, fábrica de implementos rodoviários de Quatro Barras, os trabalhadores paralisaram atividades por duas horas.