
Para Miguel Jorge, que teve na carreira de executivo uma passagem pela Autolatina e Volkswagen, o incentivo ao motor 1.0 não é correto e deve ser transferido, de forma mais justa, aos propulsores mais eficientes e econômicos.
Em entrevista ao Estadão de domingo Miguel Jorge voltou a enfatizar que o ministério está empenhado em levar adiante o IPI verde — em lugar de estimular o motor popular, o tributo passaria a premiar carros mais econômicos, com motores eficientes e menores emissões, como já acontece com equipamentos como geladeiras e máquinas de lavar – a linha branca.
O selo verde para os automóveis ainda é voluntário e tem baixa adesão.