logo

competitividade

Ministra do Planejamento: incentivos para indústria serão anunciados em abril

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

21 mar 2012

3 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Redação AB

O Brasil poderá anunciar novos incentivos para a indústria em abril, como parte de uma iniciativa para aumentar a competitividade do País, sinalizou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, em entrevista à agência Dow Jones, citada pelo jornal The Wall Street Journal.

“Um anúncio oficial provavelmente será feito no mês que vem, quando a presidente Dilma Rousseff volta de viagem”, disse Belchior, se referindo à reunião que a presidente participará na Índia no dia 29 de março com os líderes dos países que formam o Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O anúncio deve vir em conjunto com o novo regime automotivo do País, onde um aumento de 30 pontos porcentuais no imposto sobre veículos importados foi decretado em dezembro para deter o excesso das importações do setor.

Além do aumento do IPI para veículos importados, o País adotou outras medidas na tentativa de tornar a indústria nacional mais competitiva, como a redução de imposto sobre a folha de pagamento em alguns setores, incluindo calçados, móveis e software, como parte do programa Brasil Maior. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse essa semana que os cortes provavelmente alcançarão todos os setores exportadores, mas Belchior disse à Dow Jones que o governo ainda estuda atentamente quais setores iriam se beneficiar, a fim de não “patrocinar ineficiências” no mercado.

A medida de corte nos impostos sobre a folha de pagamento deve ser permanente e provavelmente será expandida para outros setores, disse a ministra, que não quis dizer quais setores poderiam ser os próximos beneficiados.

Segundo ela, o governo também pretende restringir os custos administrativos e as contratações, como parte de um plano amplo de redução geral de despesas, apontou a ministra durante o encontro anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento, em Montevidéu, no Uruguai. No ano passado, o excesso de gastos governamentais agiu contra as tentativas do Banco Central de controlar a inflação por meio do aperto monetário.