Na avaliação do ministro o problema é a competitividade do veículo, dada a dificuldade para produzir baterias adequadas. “O importante é não ficarmos para trás”, disse o ministro ao jornal Valor Econômico.
Sérgio Rezende disse também que a célula a combustível seria a fonte de energia ideal, mas os custos associados a essa solução ainda são elevados e há dificuldades para distribuir o hidrogênio, que alimenta o processo.
Nos últimos anos foram investidos no Brasil R$ 112,3 milhões (dos quais R$ 47,4 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia) em hidrogênio e células a combustível. Em função do grande tamanho das baterias, os projetos estão voltados ao uso apenas em ônibus.
A Fiat é uma das poucas montadoras no Brasil que tem investido no desenvolvimento de veículos elétricos em pequena escala, para atender concessionárias de energia.