Segundo o jornal, trata-se de decisão incomum no setor, já que a estrutura de sociedade anônima não é normalmente usada pelas montadoras no Brasil. As exceções são Fiat e Renault, que têm participações dos governos de Minas Gerais e Paraná.
A direção da MMC não fez comentários sobre a mudança promovida em meados do ano. O capital social, de R$ 61,4 milhões, ficou dividido entre Eduardo de Souza Ramos, o empresário que trouxe a Mitsubishi para o país, com 88%, e o sócio, Paulo Arantes Ferraz, o presidente da empresa, com 12%.