Aderiram ao acordo voluntariamente a Audi, BMW, FCA (Fiat Chrysler), Ford, General Motors, Honda, Hyundai, Jaguar Land Rover, Kia, Maserati, Mazda, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan, Porsche, Subaru, Tesla, Toyota, Volkswagen e Volvo, que representam, segundo o governo local, 99% do mercado.
O acordo agiliza muito mais o uso do sistema pelo setor se comparado ao processo que o governo deveria adotar para determinar sua obrigatoriedade por lei, informa Mark Rosekind, diretor da Agência Nacional de Segurança Viária dos EUA (NHTSA). “Um comprometimento dessa magnitude nunca aconteceu”, disse Rosekind.
O sistema combina o uso de radares, câmeras e laser para determinar a distância e a velocidade do veículo à frente. É a mesma combinação usada nos carros autônomos para a leitura do trânsito e das vias e geralmente funciona até um determinado limite de velocidade.
Um estudo do Insurance Institute for Highway Safety Cars (IIHS) mostra que o sistema poderia reduzir em até 40% as colisões traseiras. Esse tipo de acidente teve 700 mil ocorrências registradas pela polícia dos Estados Unidos em 2013 e corresponde a 13% do total de acidentes de trânsito.