
O pacto foi firmado na primeira quinzena de julho e vale até 31 de dezembro de 2014. Os produtos serão financiados com pequenas taxas até 2% ao ano e vão beneficiar não só agricultores familiares como pescadores. “Isso não deve mudar o quadro do setor de motos, mas vai atingir um volume razoável de famílias”, disse o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian. No País, cerca de 100 mil agricultores e pescadores já estão cadastrados no programa.
Os agentes financeiros serão os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa e estaduais) e os ligados às cooperativas agrícolas e de pescadores. Segundo a Abraciclo, não há teto (valor máximo) para a concessão de crédito. “Muitos pequenos agricultores usam a moto para transportar ou rebocar em pequenas carretas sua produção”, recorda Fermanian.
O benefício também é inegável para os pescadores da costa brasileira, onde as temperaturas médias elevadas também favorecem a utilização da motocicleta como transporte.