
A moto utiliza as cores azul e amarela e sai por R$ 7.950, preço sugerido R$ 50 menor que o da Titan EX normal. Tentando desvincular a moto do torneio, a Honda se justifica: “A CG é considerada uma das motos mais brasileiras. Tem índice de nacionalização acima de 95% (…) O Brasil já teve mais de 10 milhões de CGs vendidas”, afirma o supervisor de relações públicas, Alfredo Guedes Júnior. A linha CG é formada por versões de 125 e 150 cc que, somadas, detêm 36,4% do mercado de motocicletas zero-quilômetro.
Cada concessionária Honda recebeu não só as motos, mas um kit formado por tapete verde e outros acessórios. Guedes Júnior admite que a ação tem por objetivo ajudar a manter as vendas aquecidas no período, já que a Honda e outros fabricantes temiam desde o começo do ano a queda nas vendas durante a Copa pelo comprometimento da renda dos motociclistas, especialmente com a compra de TVs.
A previsão vem-se confirmando e a média diária de emplacamentos na primeira quinzena de junho foi de 5,46 mil unidades, 10,4% a menos que as 6,1 mil registradas na primeira metade de maio.
NA DAFRA, DUAS VERSÕES ESPECIAIS

Dafra Riva 150 (à esquerda) e Next 250 são, respectivamente, a sétima e a décima motos urbanas mais vendidas no Brasil.
A terceira maior fabricante do País criou a série Brasil para duas motos urbanas, a Riva 150, com preço sugerido de R$ 6.390 (R$ 200 a mais que a versão regular), e a Next 250, por R$ 12.290 (R$ 100 a mais). Ambas são brancas e receberam logotipos verde-amarelos nas laterais e filetes amarelos nas rodas.
“Produzimos cerca de 150 unidades de cada uma. Avaliamos a produção de uma quantidade maior caso o Brasil venha a ter êxito na competição”, afirma o diretor comercial Sérgio Dias. De acordo com o ranking da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários, a Riva 150 é a sétima moto urbana mais vendida no País e a Next 250 ocupa o décimo posto nesse mesmo ranking.