
Em julho inteiro, porém, essa média por dia útil ficou em 5,26 mil, ligeiramente melhor que a do mês anterior e 9,8% inferior em relação a julho de 2013. “Já contávamos com uma retração no período da Copa, mas esperávamos a retomada a partir da segunda quinzena de julho, que não se concretizou. O baixo volume diário reflete a dificuldade na obtenção de crédito e, de certa forma, o comportamento cauteloso do consumidor”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, a associação que reúne os fabricantes do setor.
No acumulado dos sete meses, as 838,7 mil unidades lacradas resultaram em queda de 4,96% ante o já ruim 2013. As vendas no atacado, feitas das fábricas a suas revendas, somaram 829,8 mil motos, resultando em uma queda mais acentuada que a do varejo, de 10% (veja os dados por por fabricante
aqui).
A produção, adivinhe, encolheu no acumulado até julho. As 905,1 mil unidades montadas resultaram em recuo de 5,2% ante o mesmo período do ano passado (acesse os dados por marca aqui).
Também no acumulado do ano, as exportações recuaram 2,5%, com 53 mil unidades embarcadas, ante 54,34 mil no ano passado. A sobretaxação pela Argentina das motos que compra de outros mercados deve reduzir as exportações brasileiras em 35% no segundo semestre ante o primeiro (veja aqui).
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