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Redação AB
Até julho, a Baterias Moura terá uma cartilha sobre o recolhimento de acumuladores de energia usados. A empresa, que investe em lojística reversa, recebe os itens em desuso em seus 65 pontos de distribuição, de onde são levados a uma unidade de reciclagem de sucata de baterias pertencente ao grupo, na cidade de Belo Jardim (PE). “Com isso reciclamos o equivalente a 100% de nossa produção”, afirma o diretor de sustentabilidade da Moura, Arnolfo Menezes.
“Quando as baterias são jogadas no lixo comum, pode ocorrer a contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas, fauna e flora. Como consequência, podem acarretar problemas para a saúde”, explica Menezes. “A sucata é tratada, servindo de matéria-prima no processo fabril das unidades de metalúrgica e de injeção de plástico. Inicialmente, ela é triturada em um equipamento automatizado, onde ocorre a separação dos componentes. Todo esse processo é gerenciado ambientalmente pelo ISO 1400, norma de gestão ambiental, na qual a Moura é certificada em todas as suas unidades industriais”, explica.
Em maio, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) publicou no Diário Oficial da União os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias vendidas no Brasil, bem como critérios para gerenciamento ambientalmente adequado. A Moura informa que já adota esses princípios há 20 anos.