
Os dados foram divulgados pela Adefa, associação que representa as montadoras instaladas na Argentina. A entidade destaca que o motivo para a queda é o número reduzido de dias de operação registrado em janeiro. Por causa das férias coletivas e de paradas para ajustes nas linhas de montagem, foram apenas 9 dias de produção – contra 17 em dezembro.
Apesar da retração, Martín Galdeano, presidente da Adefa, sustenta otimismo contido para 2022. “Começamos um ano de muitos desafios. Embora nossas projeções indiquem melhorias nos principais indicadores, acompanhamos atentamente o que acontecerá com o fornecimento de semicondutores e outras eventuais limitações logísticas”, observa.
Exportações em queda
Assim como o mercado brasileiro, principal destino das exportações argentinas de veículos, as vendas externas do país encolheram. A baixa chegou a 52,6% na comparação com o resultado de dezembro. Em relação a janeiro de 2021, a redução nos negócios internacionais foi de 22%, para 9,2 mil unidades.