logo

none

Não-qualidade preocupa setor de autopeças

O levantamento de gargalos e capacidades promovido pelo Sindipeças já está pronto e depende de uma análise dos resultados para ser divulgado junto aos associados. “Não foram detectados problemas significativos na área de suprimentos. A questão principal que aparece no estudo é o custo da não-qualidade, que obriga as empresas a gastar mais para preservar os padrões exigidos pelas montadoras” – disse Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças e diretor da Automotiva Usiminas.
Author image

cria

19 jul 2010

2 minutos de leitura

G_noticia_7402.gif
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede Social

Embora a entidade alerte ser possível comparar diretamente os resultados do estudo atual e dos realizados anteriormente, em função da metodologia adotada, as conclusões devem ser bastante parecidas. Em 2007 o Sindipeças já havia detectado um custo elevado da não-qualidade, equivalente a 2,6% do faturamento das empresas, na média ponderada.

Representantes do sindicato estiveram em contato também com áreas de compras e logística das montadoras para compartilhar resultados e discutir as questões mais relevantes na cadeia de suprimentos. Ganhar capacidade de produção para evitar gargalos é um tema recorrente nessas conversas, como mostra a análise de Cleide Silva no Estadão desta segunda-feira, 19, registrando o esforço dos fabricantes de veículos no avanço de suas operações.


Foto: Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças e diretor da Automotiva Usiminas.