Além de familiares e funcionários, todas as cerimônias de formatura contaram com a presença do presidente e CEO da Navistar Mercosul, Waldey Sanchez. Também participaram o diretor de RH, TI e assuntos institucionais, Paulo Borba (Canoas e São Paulo), as representantes da Fundação Iochpe, Cris Meinberg (Canoas) e Beth Callia (São Paulo), o paraninfo Douglas Nakano, que é vice-presidente da Volvo Global Trucks Technology Latin America (São Paulo). Na Argentina, a formatura teve a presença do diretor de operação, Eduardo Nuti, do paraninfo da turma, Raúl Giai Levra, que é presidente da Pauny, além de representantes do governo local.
Em 26 anos de projeto nas empresas Navistar, o programa formou mais de 700 jovens, como o recém-formado Kelvin Jonathan Silva Muniz, de 17 anos: “O Formare foi uma oportunidade ímpar que mudou minha vida, não é apenas um curso técnico, mas sim um curso para vida, onde aprendemos novas perspectivas, novos conceitos e mudamos nossa maneira de ver o mundo”, diz. A média de absorção dos formandos no mercado de trabalho supera os 90%, informa a empresa.
Para o diretor Paulo Borba, o programa tem como objetivo o de colaborar com a melhoria da sociedade em torno de suas plantas, além de auxiliar no crescimento dos voluntários como cidadãos: “O Formare é símbolo dos nossos valores, do que praticamos, queremos e esperamos de nossos profissionais”, destaca.
De regra, os participantes do Formare devem pertencer às famílias de baixa renda. As disciplinas são ministradas por funcionários em caráter voluntário, que atuam como educadores: a média é de 40 professores por turma. O curso tem duração de 850 horas e a grade curricular é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Durante o curso, os alunos recebem assistência médica e odontológica, medicamentos, bolsa auxílio de meio salário mínimo, uniforme, óculos, transporte e alimentação.