
“O resultado seria ainda melhor se a produção e movimentação do etanol não enfrentassem tantas dificuldades logísticas” – registrou Nigro, referindo-se ao uso de tratores e caminhões diesel no campo e no transporte e à necessidade de levar o produto até uma distribuidora para só então ser levado ao mercado.
“Na maioria das vezes o álcool passeia mais do que o razoável antes de chegar ao consumidor” – garantiu, sugerindo uma racionalização no sistema logístico, com o necessário controle para permitir a distribuição direta do combustível.
O especialista admitiu que o motor flex precisa ser aperfeiçoado para oferecer melhor rendimento, já que não está otimizado para receber diferentes proporções de etanol e gasolina. “Há diversas tecnologias disponíveis, só não aplicadas por causa dos custos envolvidos” – afirmou. Para ele a introdução de um turbo seria uma das melhores soluções para ganho de eficiência.
Nigro concedeu entrevista a Automotive Business, publicada na primeira edição da revista e disponível para consulta no Media Center do Portal. Confira aqui.