
O carro, concebido sobre uma plataforma A é menor que veículos como Logan, Sandero ou Nissan Livina, que utilizam a plataforma B.
Para a jornalista, a decisão indica a estratégia da Nissan para expandir as operações no Brasil. Embora hoje seja mais conhecida no Brasil pelos modelos mais caros, a Nissan se prepara para explorar uma faixa mais simples.
Para Marli Olmos a Renault, baseada nos modelos que herdou da Dacia, vai concentrar a produção destinada ao mercado brasileiro nos modelos a partir de uma faixa acima dessa categoria. Com isso, a Renault não deverá mais trazer para o mercado brasileiro modelos como o compacto Twingo, vendido no passado.
Tavares disse à jornalista que a plataforma A está sendo desenvolvida inicialmente para atender México, China, Tailândia e Índia a partir de 2010. Ele não indica, porém, quando começará a montagem no Brasil.
Tavares, que nasceu em Portugal e fez engenharia na França, entrou na Nissan em 2004. Antes disso, durante 23 anos trabalhou na engenharia da Renault, incluindo uma experiência no segmento de carros de luxo.