
Agora habilitada, a Nissan poderá importar 6.666 unidades por mês, perfazendo um total de quase 80 mil veículos para 2013, que não terão incidência do aumento de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Some-se a isso a cota de importação dentro do acordo automotivo com o México, cerca de 35 mil unidades, que a empresa pode trazer sem pagar imposto de importação de 35%.
Segundo a agência de notícias Reuters, um representante da Nissan afirmou que a montadora deve retomar as vendas em patamares normais no Brasil a partir de novembro, depois que sua cota de importação do México acabou no fim de agosto, reduzindo a oferta de produtos no País. É de lá que a empresa traz os veículos de maior volume, como o hacth March e o sedã Versa. A falta de produtos causou queda de 55% nas vendas de setembro (4,5 mil) com relação a agosto (10 mil).
NOVA FÁBRICA
Em outubro de 2011, a Nissan anunciou investimento de R$ 2,6 bilhões para a construção de uma fábrica própria em Resende (RJ), com capacidade para produzir 200 mil veículos por ano e com início das operações previsto para 2014 (leia aqui).
Na planta da Aliança Renault Nissan, em São José dos Pinhais (PR), a produção dos modelos da marca japonesa deve chegar a 40 unidades em 2013 em um universo total de 380 mil unidades estimadas para 2013 pela Renault. Lá são montados Livina, Grand Livina e Frontier, que dividem a linha com o utilitário Master, da parceira.