
O veículo, com 4,18 metros de comprimento, traz motor 1.6 (transmissão manual) e 1.8 (automático). O porta-malas é de 449 litros e, com bancos rebatidos, chega a 769 litros. São componentes de série trio elétrico (vidros, travas e retrovisores), ar condicionado, acelerador eletrônico, desembaçador de vidro traseiro com temporizador, direção elétrica com assistência variável, airbags para o motorista no modelo 1.6 e duplo na versão SL, volante com regulagem de altura.
As versões SL 1.6 (R$51.490) e SL 1.8 (R$ 56.690, com câmbio automático) trazem ainda rodas de liga leve, ABS com controle eletrônico de frenagem, rádio CD player para MPE e entrada para iPod.
O fabricante destaca no projeto o amplo espaço interno, ampla visibilidade ao motorista e um formato do porta-malas adequado ao fácil carregamento de bagagens.
O Livina faz parte de uma família global que inclui o Grand Livina (para sete passageiros, que deve entrar em produção até meados do ano) e uma versão esportiva, o X-Gear. O Brasil junta-se a países como China, Indonésia, Taiwan, África do Sul, Malásia e Filipinas que produzem e comercializam essa família de veículos no mundo. Desde 2006 mais cerca de 200 mil unidades foram vendidas.
Com o Livina a Nissan passará a concorrer em segmentos que respondem por 30% do mercado brasileiro. A empresa assegura que os veículos da marca produzidos no Paraná têm os mesmos índices de qualidade de seus produtos globais. Esse padrão é assegurado pela avaliação Alliance Vehicle Evaluation Standard, envolvendo mais de 300 critérios baseados nas expectativas dos consumidores.