logo

carro elétrico

Nissan Leaf com preço semelhante ao do Honda Civic

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

Giovanna Riato

02 jun 2011

3 minutos de leitura

G_noticia_10587.gif
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Giovanna Riato, AB

A Renault Nissan assinou nesta quarta-feira, 1º, um protocolo de intenções para fornecer à prefeitura de São Paulo uma frota do carro elétrico Leaf. Se for concretizado, o acordo será o primeiro passo de um modelo zero emissão no Brasil. Por outro lado, mesmo com a parceria, vai demorar para o consumidor brasileiro ter acesso a esta tecnologia.

O presidente da Nissan para o Brasil, Christian Meunier, defende que o preço adequado do Leaf no mercado nacional seria próximo ao que se paga por um Honda Civic, que varia de R$ 70 mil a R$ 110 mil. “Assim o elétrico ficaria mais competitivo por apresentar custo menor de manutenção e combustível”, defende.

No entanto, chegar a este patamar não será fácil. Além de desenvolver uma legislação para veículos elétricos, o Brasil precisará oferecer uma boa quantidade de incentivos para balancear o custo de produção mais alto do modelo. Um exemplo é a Venezuela, onde carros híbridos têm volume de vendas garantido por apresentar preço inferior na comparação com versões a combustão.

Por enquanto, os zero emissão só tem condições de circular no Brasil em demonstrações ou frotas de órgãos públicos. A Mitsubishi, que tenta emplacar o também elétrico i-Miev, já anunciou que, se estivesse a venda, o compacto custaria R$ 200 mil. A Nissan não revelou o preço de importar o modelo com a legislação atual mas certamente o custo fica bem distante do aceitável.