
O plano de adaptação à demanda envolve a avaliação da viabilidade das medidas de economia de energia, além de analisar o impacto dos incentivos financeiros para as empresas. As companhias que coordenam dois ou mais consumidores (por exemplo, fábricas e escritórios), denominadas agregadores, negociam com as fornecedoras de energia o total da eletricidade economizada. Dois ou três testes mensais serão conduzidos em dias determinados, com duração de três horas, entre 8h e 20h, de outubro de 2014 a janeiro de 2015.
Tornar o fornecimento de energia adaptado à demanda é uma estratégia para fazer com que os sistemas de fornecimento sejam mais eficientes, por meio da modificação do consumo de energia da população, levando em conta o fornecimento de energia disponível. Desde o grande terremoto que sacudiu o Japão, em março de 2011, que causou um grande tsunami, cortando parte da energia do país, a relação entre demanda e fornecimento de eletricidade nos horários de pico tem sido tratada com grande atenção.
Esse modelo de gestão da energia tem potencial para colaborar com a continuidade do fornecimento durante desastres naturais, por exemplo, podendo ainda produzir eletricidade a partir de fontes renováveis, como a energia eólica ou solar. O uso efetivo de energias renováveis e melhorias na eficiência das instalações de geração de energia permitirá uma melhor gestão da energia no futuro, bem como ajudar a reduzir o impacto ambiental.