
“O ano fiscal de 2012 foi marcado por sucessos e desafios para a Nissan. Encerramos o ano com um balanço marcado por recorde de vendas globais e uma presença expandida nos mercados em crescimento. Igualmente importante, temos tomado medidas preventivas que nos permitam navegar pelos ventos contrários que temos pela frente e retomar um crescimento significativo”, declarou Ghosn.
As vendas globais da marca fecharam o ano fiscal em 4,53 milhões de unidades, volume 1,7% acima do registrado no ano fiscal anterior. Os Estados Unidos figuraram como o maior mercado da Nissan no período, com pouco mais de 1,1 milhão de veículos entregues nos doze meses terminados em março de 2013, o que representou crescimento de 3% sobre o ano fiscal anterior. Na China, com 694,9 mil unidades vendidas, houve recuo de 8,6% nas vendas. No caso do mercado chinês, a Nissan contabiliza os emplacamentos entre janeiro e dezembro de 2012.
Na Europa, a marca japonesa entregou 689,5 mil veículos, queda de 9,5%, enquanto que em outros mercados (Ásia, exceto China e Taiwan, Oceania, África, América Latina e Oriente Médio), as vendas somaram 664,8 mil veículos, avanço de 12% na mesma base de comparação.
“A Nissan continuou a superar a média do mercado em muitos desses mercados, com o nosso crescimento global de vendas quase acima do dobro da indústria local como um todo. Por exemplo, na Tailândia, as vendas aumentaram 80,4%, para 138 mil unidades; no Brasil, subiram 18,4%, para 96 mil unidades e no Oriente Médio, as vendas cresceram 20,8%, para 184,7 mil unidades”, reforçou Ghosn em seu discurso.
PROJEÇÕES
O executivo disse que para o ano fiscal vigente, que começou em abril de 2013 e vai até março de 2014, a Nissan espera alcançar um novo recorde de vendas de 5,3 milhões de veículos, o que significaria crescimento de 7,8% sobre o ano fiscal anterior. “Isso daria à Nissan uma participação de 6,5% do mercado global”, informou.
As projeções da empresa para o ano fiscal atual apontam ainda para aumento de 7% no lucro líquido, para US$ 4,42 bilhões, alta de 1,7% no lucro operacional, para US$ 6,42 bilhões e queda de 6,4% na receita líquida, para o equivalente a US$ 109,1 bilhões. Para suas previsões, a empresa considerou câmbio de 95 ienes por dólar.