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Balanço

Nissan reduz projeção diante de volatilidade em emergentes

A Nissan revisou para baixo as projeções para o fechamento desse ano fiscal, que termina em 31 de março de 2014. Segundo a companhia, apesar de os resultados do primeiro semestre serem interessantes, o cenário para os próximos meses é instável, com condições difíceis na Europa e demanda volátil nos principais mercados emergentes. Em comunicado aos investidores, a companhia enumera ainda gastos maiores do que os previstos com recall de produtos.
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Redação AB

01 nov 2013

2 minutos de leitura

Com isso, a fabricante japonesa espera encerrar o ano fiscal com faturamento de US$ 103,1 bilhões, com crescimento de 16,6%. O lucro operacional, obtido apenas com a atividade principal da companhia, deve alcançar US$ 4,9 bilhões, com expansão de 11,7%. A expectativa é de que o lucro líquido chegue a US$ 3,3 bilhões, com evolução de 4,1%.

Para manter a evolução e ampliar a participação de mercado mesmo no cenário difícil, a companhia anunciou mudanças em seu quadro de executivos. O chefe de operações da companhia, Toshiyuki Shiga, deixará o posto para assumir a posição de vice-presidente do conselho administrativo.

O cargo que Shiga ocupava será eliminado e dará origem a outros três. O primeiro deles será ocupado por Trevor Mann, até então líder da Nissan para o mercado europeu. Ele será agora diretor de desempenho da organização. Já Andy Palmer, que respondia pelo planejamento global de produto e mercado, se torna líder da área de planejamento.

Hiroto Saikawa é o executivo apontado para o segundo cargo mais elevado na empresa: o de chefe do comitê de operações. Ele ficará abaixo apenas do CEO Carlos Ghosn, para quem todos os líderes recém-nomeados responderão diretamente.


1º SEMESTRE DO ANO FISCAL

O faturamento da Nissan no primeiro semestre do ano fiscal de 2013 cresceu 17%, para US$ 48,1 bilhões. Já o lucro operacional avançou na mesma proporção de 17%, para US$ 2,68 bilhões. Com isso, o lucro líquido chegou a US$ 1,92 bilhão, com elevação de 6,7%.