O relatório de balanço informa ainda que a receita líquida recuou 2,1% na mesma base de comparação ao fechar em equivalentes US$ 48,6 bilhões. Em nota, a Nissan informa que o resultado se deve principalmente a uma redução esperada dos volumes de vendas no atacado, como parte da estratégia atual para reduzir os níveis de estoque das concessionárias e melhorar a qualidade das vendas.
A redução dos níveis de estoque das concessionárias em todo o mundo continua. Segundo a montadora, foram feitos ajustes planejados nos volumes de atacado também no segundo trimestre, o que consequentemente, reduziu a receita do período, apesar de os volumes de vendas no varejo terem se mantido no mesmo patamar do ano anterior.
As vendas globais da Nissan recuaram 1,8% no primeiro semestre do ano fiscal, para 2,68 milhões de veículos. Por região, no Japão, as vendas subiram 0,5%, totalizando 285 mil veículos, graças à forte demanda por modelos como o novo Leaf, a minivan Serena e-Power e o compacto Nissan Note.
Na China, as vendas subiram 10,7%, para 720 mil unidades. Já nos Estados Unidos, os volumes caíram 9,1% ao fechar em 709 mil. No mercado europeu, incluindo a Rússia, com 330 mil veículos, as vendas também recuaram 12,1%, embora as vendas na Rússia tenham aumentado 2,4% para 50 mil unidades.
Em outros mercados, incluindo Ásia e Oceania, América Latina, Oriente Médio e África, as vendas da Nissan subiram 4,3%, para um total de 407 mil veículos vendidos: os volumes de vendas aumentaram sobretudo na Tailândia, Filipinas e no Brasil.