Ele entende que, com um crescimento demográfico declinante, a atual falta de mão de obra com salários altos tenderá a se perpetuar. A saída será utilizar tecnologias que permitem reduzir custos, aumentar quantidade, diminuir tempo e melhorar a qualidade. “Só assim a produtividade aumentará e poderá ocorrer um trajetória ascendente de salários e benefícios”, observa.
Para Pastore, em setores de ponta, como o automotivo, as empresas já usam largamente mecanização, automação e robotização – mas são poucos os fornecedores que apresentam o mesmo padrão. “A defasagem é enorme”, afirma, lembrando que muitos players da cadeia de suprimentos argumentam, com razão que, sem escala, é antieconômico mecanizar ou robotizar.
Para mais informações sobre o assunto, leia na seção de Análise do Portal Automotive Business o artigo do professor José Pastore “O impacto das tecnologias sobre o emprego”.