Um fundo controlado por sindicalistas terá 55% da nova empresa, cabendo ao governo dos Estados Unidos 8% e ao canadense 2%.
A Fiat pretende chegar ao controle da operação em 2013. Para isso acontecer o empréstimo de US$ 6 bilhões deve ser quitado junto ao Tesouro norte-americano.
A participação da Fiat na Chrysler cria uma plataforma para introduzir alguns de seus veículos nos Estados Unidos, como o Cinquecento. É possível também que a Alfa Romeo distribua seus carros no país.
O controle da Chrysler Group LCC representa um passo importante para a montadora italiana alcançar globalmente, por meio de alianças, a produção de pelo menos cinco milhões de veículos por ano – volume considerado ncessário para uma fabricante de veículos ganhar competitividade. A companhia continua buscando novas parcerias, especialmente na Europa.
A reestruturação da Chrysler foi conduzida sob a supervisão do próprio presidente Barack Obama, que está empenhado agora em acelerar projeto similar para a General Motors, atualmente sob recuperação judicial.
A nova Chrysler irá comercializar no mercado americano alguns modelos da montadora italiana, como Fiat 500. Mas antes os veículos terão que passar por mudanças para atender às exigências de segurança e de emissões nos Estados Unidos.