
A empresa explica que, tradicionalmente, as peças em plástico moldado usadas no interior dos veículos têm acabamento com tinta de alto brilho para entregar a elegância, resistência e durabilidade que os clientes exigem. Com o uso de um material avançado desenvolvido pela Basf, a Ford foi capaz de pular essa etapa, reduzindo custos e o impacto ambiental do processo de pintura do novo Fusion.
A economia dessa mudança é calculada não só pela eliminação da necessidade de aplicação de tinta, mas também por dispensar o transporte de peças entre os fornecedores e a fábrica para a realização do processo, com uma frota de caminhões que emitem toneladas de dióxido de carbono. Com a criação da nova resina, que também é resistente à maresia, esse passo foi inteiramente eliminado.
“Para entregar a alta qualidade que os consumidores esperam em seus veículos, as montadoras e fornecedores têm trabalhado para criar materiais que, além de bonitos e com toque agradável, sejam capazes de suportar o constante desgaste nas peças internas, especialmente nas partes que são constantemente manuseadas pelos clientes”, disse Robert Bedard, engenheiro do Núcleo de Interior de Carroceria da Ford.